domingo, 6 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

maria schneider



Profissão: Repórter (1975) - último filme que vi com ela. na altura em que o nimas se dedicava às reposições.

na rua de cima

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

p.s.

perante a dificuldade de estar a par das exposições de fotografia que andam por aí, decidi adicionar uma nova página ao blog: Agenda.
os comentários e sugestões são bem-vindos.

entre o impressionante e o inacreditável


Stephen Mallon
(da série Next Stop Atlantic)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

fora de foco






obrigo-me a desfocar. a desajustar. a nitidez não é suficiente para a história de todos os dias.

sábado, 29 de janeiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

manias


oficinas :)

manias

roupa estendida :)

as preferidas de hoje



p.s. ainda falta a coragem para bater à porta. está quase.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

conversas


a magia dos dois nomes próprios não tem par.

Listas


gosto de listas inesperadas e gostei especialmente desta: dez filmes da última década que qualquer fotógrafo deve ver, elaborada pelo fotógrafo Henry Jacobson (vista no arte photographica)

p.s. a minha seria diferente, mas incluiria, sem dúvida A Single Man.

Estou além

domingo, 23 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

work in progress II


(it never ends...)

work in progress





no meu caminho III


(especialmente dedicada à paperdoll)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

no meu caminho II



O caminho que faço para casa demora-se por duas ruas ingratas. São o espelho do abandono a que um certo centro da cidade foi votado. Fazem parte daquela zona da almirante reis que já não se recomenda, que não se desce, que se evita sem pudor. Gosto delas, não por uma qualquer decadência estética, mas pela sua resistência absolutamente inesperada. Pela loja de velharias onde comprei um catálogo de pintura russa por três euros. Pelo alfarrabista com promoções de clássicos. Pela loja de ferragens com vassouras penduradas no tecto. Pela padaria onde me ofereceram torta de laranja e onde compro o pão. Pela loja de roupa interior que adorava fotografar de uma ponta à outra.
Mas também pela resistência de determinadas pessoas, que se recusam a ser expulsas de uma zona como esta - ingrata e mal-amada.