sábado, 24 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
leituras
The aim of this book is not to create a checklist of all of the photographers who merit a mention in a discussion on contemporary art, but to give a sense of the spectrum of motivations and expressions that currently exist in the field.
Charlote Cotton, the photography as contemporary art
terça-feira, 6 de julho de 2010
leituras
All photographs are memento mori. To take a photograph is to participate in another person's (or thing's) mortality, vulnerability, mutability. Precisely by slicing out this moment and freezing it, all photographs testify to time's rentless melt.
Though an event has come to mean, precisely, something worth photographing, it is still ideology (in the broadest sense) that determines what constitutes an event. There can be no evidence, photographic ore otherwise, of an event until the event itself has been named and characterized. And it is never photographic evidence which can construct - more properly, identify - events; the contribution of photography always follows the naming of the event. What determines the possibility of being affected morally by photographs is the existence of a relevant political consciousness. Without a politics, photographs of the slaughter-bench of history will most likely be experienced as, simply, unreal or as a demoralizing emotional blow.
Quotations
Your photography is a record of your living for anyone who really sees. You may see and bee affected by other people's ways, you may even use them to find your own, but you will have eventually to free yourself from them. That is what Nietzsche meant when he said, "I have just read Shopenhauer, now I have to get rid of him." He knew how insidious other people's ways could be, particularly those wich have the forcefulness of profound experience, if you let them get between you and your own vision. - Paul Strand
If I could tell the story in words, I wouldn't need to lug a camera. - Lewis Hine
Susan Sontag, On Photography
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Amalfitano
"Depois entrou na casita como se lhe faltasse o oxigénio e tirou de um saco de plástico, com o logótipo do supermercado onde ia fazer as compras semanais, três molas de roupa, que ele se obstinava em chamar «cãezinhos», e com elas pendurou o livro num dos cordéis e voltou a entrar em casa sentindo-se muito mais aliviado.
A ideia, claro está, era de Duchamp."
Roberto Bolaño, 2666
terça-feira, 29 de junho de 2010
lucidez
Everywhere I go, I'm asked if I think the universities stifle writers. My opinion is that they don't stifle enough of them. There's many a best seller that could have been prevented by a good teacher.
Flannery O'Connor
(é daquelas frases que levo sempre comigo, mesmo quando não me lembro das palavras exactas. fica aqui o registo, para não me voltar a esquecer)
quinta-feira, 24 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
a primeira
Já está montada... já podes vir visitar...
vai a www.atleticocp.pt (contactos, tens lá o mapa)
A minha explicação:
- A5 Cascais
- Saída Monsanto
- Rotunda à esquerda (passa por cima da A5)
- Rotunda à esquerda, direcção Alvito
- Sempre em frente até passar o Alvito (descida com vista para o Tejo)
- Na descida à um corte à direita para a Piscina
- estou lá a partir das 17h30
vai a www.atleticocp.pt (contactos, tens lá o mapa)
A minha explicação:
- A5 Cascais
- Saída Monsanto
- Rotunda à esquerda (passa por cima da A5)
- Rotunda à esquerda, direcção Alvito
- Sempre em frente até passar o Alvito (descida com vista para o Tejo)
- Na descida à um corte à direita para a Piscina
- estou lá a partir das 17h30
As piscinas do atlético clube de portugal celebram a semana da saúde com um conjunto de actividades, entre elas uma exposição de fotografias minhas :) Estão mesmo na entrada, bem acompanhadas por poemas do Fernando Pessoa (escolhidos por quem se lembrou disto tudo, o Pedro Vidal) se puderem, passem por lá.
terça-feira, 8 de junho de 2010
insónias curam-se com doses de inspiração
à procura da inspiração para as paredes ainda vazias, sei que gostava de ter pelo menos uma foto da m. e outra da paperdoll, para além do que não me canso de ver todos os dias, vou descobrindo coisas novas. inspiração no mais ou menos desconhecido.
ando vidrada na última ilustração - a mais barata e a mais vazia - do vasco mourão (sempre gostei de zeppelins) e descobri recentemente as fotos da sandra juto - de uma berlim que me faz lembrar o meu irmão.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
das pausas
põe-se a leitura em dia e não se larga a janela... mesmo sem vista, com o céu azul a entrar por uma fresta, ouve-se a conversa das vizinhas e o fado improvisado. ando com vontade de comprar um manjerico e fotografar o santo antónio onde as sardinhas são de graça e o bailarico é piroso como tem de ser.
work in progress
as caixas, os sacos, as prateleiras por montar, os cabos espalhados, os tachos, as panelas, os lençóis, as toalhas e os livros e os livros por ordem alfabética (não há cá misturas).
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