domingo, 2 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
leituras
"The dumpkeeper had spawned nine daughters and named them out of an old medical dictionary gleaned from the rubbish he picked. These gangling progeny with black hair hanging from their armpits now sat idle and wide-eyed day after day in chairs and crates about the little yard cleared out of the tips while their harried dam called them one by one to help with chores and one by one they shrugged or blinked their sluggard lids. Urethra, Cerebella, Hernia Sue. They moved like cats and like cats in heat attracted surrounding swains to their midden until the old man used to go out at night and fire a shotgun at random just to clear the air."
Cormac McCarthy, Child of God
sábado, 17 de abril de 2010
para contrariar
quarta-feira, 14 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
leituras
"E um dia acabará por existir um aparelho mais completo. O pensado e o sentido durante a vida - ou nos tempos de exposição - será como um alfabeto, com o qual a imagem continuará a aperceber-se de tudo (como nós, com as letras de um alfabeto, podemos entender e compor todas as palavras). A vida será, pois, um depósito da morte. Mas mesmo então a imagem não terá vida; objectos essencialmente novos não poderão existir para ela. Conhecerá tudo o que sentiu ou pensou, ou as combinações superiores do que sentiu ou pensou."
Adolfo Bioy Casares, A invenção de Morel
p.s. de todas as passagens possíveis, não é difícil perceber porque escolhi esta.
domingo, 11 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
resistentes


ando chata, intragável mesmo. no meio da desgraça, há uns quantos resistentes que me tentam animar os dias. o r. adoptou a técnica um cartoon destes por dia nem sabes o bem que te fazia.
a todos os resistentes uma nota: conto estar no meu humor normal - que isto não há milagres - no final deste mês, tenham paciência, já faltou mais.
quinta-feira, 18 de março de 2010
mal

Mais uma razão para estar atento ao Mal
Uma mão de cada lado do gerador, lençol às costas e outros dois levam a munição sonora.
O MAL aproveita a primeira aberta e faz-se à estrada! Que saudade de sentir a rua. A Rua é nossa! Renasce a tradição de aldeia do cinema piolho, das travessuras e das vontades. Vamos explorar a cidade bem no meio, onde moram os cinemas silenciados pelo tempo. Exibimos as películas de novos talentos do panorama enriquecido do cinema português e revivemos a cidade lá onde os nossos pais, nossos avós e bisavós sacudiam a ansiedade de ver cinema.
O MAL vai à rua, na busca dessas fachadas, e convida os mais audazes a percorrer numa noite estes locais entaipados da cidade, lá bem no centro, marcamos encontro para dia 27 de Março. Das 21horas às 01 horas visitaremos quatro cinemas abandonados ou transformados para exibir nas suas fachadas conteúdos originais de novos talentos do cinema de Lisboa.
(visto na última newsletter do Mal)
quarta-feira, 17 de março de 2010
até chegar aos anjos é céline - a morte, pela manhã, tem sabor a noite mal dormida. depois são as palavras, não estas. as outras a que devo dar significado. e do dia resta pouco. até chegar novamente ao metro. a horas mortas e parcamente acompanhada sou apanhada por uma voz forte de mulher a cantar salmos por si inventados. olho para o chão, evito ser interpelada. as senhoras da limpeza, sempre em grupo - coisa curiosa que um dia hei-de tentar explicar - são mais benevolentes do que eu e o monólogo sobre improváveis significados e inexoráveis castigos eternos surge para todos e não apenas para as benevolentes. fomos avisados. a personagem profética, com ar de ter saído de um qualquer canto do livro que arrasto comigo, acompanha-nos no metro. a ladainha que parecia ininterrupta sustém-se, por momentos, numa carruagem cheia pelos risos abafados. da despedida só guardo memória de um desconcertante sorriso. agoirento.
segunda-feira, 15 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
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