



Um tipo desce na estação de metro vestindo jeans, t-shirt e boné, encosta-se próximo da entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que por ali passa, bem na "rush hour" matinal.
Durante os 45 minutos que tocou o instrumento, foi praticamente ignorado pelos transeuntes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, que executava peças consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.
Alguns dias antes Bell tocara no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a “bagatela” de 1000 dólares.
A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar rápido, copo de café na mão, telemóvel ao ouvido, indiferentes ao som do violino.
A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.
(recebido via e-mail)
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/04/04/AR2007040401721.html
*sim, já tenho net e brevemente umas águas-furtadas...
O fim-de-semana não foi fácil, muitos copos e poucas horas de sono adiaram a minha estreia no indie lx... Fitzcarraldo do Herzog foi o início perfeito.Entrevista com a realizadora de "The World according to Monsanto".
p.s. obrigada pelos comentários paperdoll e anónimo... é bom saber que não somos todos indiferentes.


Chrysler Building Through Window, 95
O edifício onde se situava o arquivo municipal de Colónia ruiu no passado dia 3, ainda não se sabe quanto do espólio conseguirá ser resgatado, mas já se fala em catástrofe. Isto não é apenas um desastre para a Alemanha, é uma perda irreparável para o património cultural mundial.
Baufirma pumpte zu viel Grundwasser ab! (Bild)
Wer hat Schuld am Archiveinsturz von Köln? (Welt)

Signs é uma curta-metragem realizada por Patrick Hughes, foi apresentada no Schweppes Short Film Festival.
Splash - Iceland, 2007 19 anos, madeixas louras, óculos de sol a imitar (?) uma qualquer marca da moda na cabeça, as amigas imbecis a telefonar para casa ao primeiro vislumbre das câmaras, entrevistada durante manifestação, estava ali contra a precariedade (segundo o jornalista): se acabassem com o emprego dos clandestinos, dos emigrantes, apostassem no povo português, isto tinha solução.
Sempre tive dificuldade em sentir compaixão por pindéricas ostensivamente estúpidas.
Anthony Suau, USA, for Time. 
Regreso a Nápoles