sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O melhor presente de sempre :)
De Florença a Veneza, passando por San Gimignano, Siena e Verona... :)
domingo, 2 de novembro de 2008
Benoit Aquin vencedor do Prix Pictet 2008
Daily life during the dusty weather season (January to May).
"O fotógrafo canadiano Benoit Aquin é o grande vencedor do Prix Pictet 2008, entregue ontem à noite em Paris pelo Prémio Nobel da Paz e antigo secretário-geral das Nações Unidas Kofi Annan. A série reconhecida chama-se The Chinese Dust Bowl e aborda a falta de água e a desertificação na China. O Prix Pictet é o único galardão mundial de fotografia centrado na sustentabilidade. A água foi o tema escolhido para a edição inaugural. A bolsa atribuída é de 50 mil libras (cerca de 60 mil euros).
Na China, Benoit Aquin, 45 anos, registou a maior conversão de terra produtiva em terra árida. Trezentos milhões de pessoas são afectadas pelas tempestades de pó na China provocadas pelos terrenos secos que se estendem por quilómetros. A série vencedora retrata os escassos recursos de água, a desertificação e os refugiados ambientais.
Mais de 200 fotógrafos, de 43 países, foram nomeados nesta primeira edição do Prix Pictet, no qual Jorge Molder, fotógrafo e director do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, participou como júri. Dezoito dos melhores fotógrafos mundiais foram escolhidos para a fase final.
O Prix Pictet, patrocionado pelo banco suíço Pictet & Cie e pelo jornal Financial Times, publicou recentemente o álbum L’eau (TeNeues), uma obra que reúne as melhores fotografias dos finalistas." (in Arte Photographica)
post mais antigo sobre o Prix Pictet no Arte Photographica
link para a Shortlist 2008 do Prix Pictet
Na China, Benoit Aquin, 45 anos, registou a maior conversão de terra produtiva em terra árida. Trezentos milhões de pessoas são afectadas pelas tempestades de pó na China provocadas pelos terrenos secos que se estendem por quilómetros. A série vencedora retrata os escassos recursos de água, a desertificação e os refugiados ambientais.
Mais de 200 fotógrafos, de 43 países, foram nomeados nesta primeira edição do Prix Pictet, no qual Jorge Molder, fotógrafo e director do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, participou como júri. Dezoito dos melhores fotógrafos mundiais foram escolhidos para a fase final.
O Prix Pictet, patrocionado pelo banco suíço Pictet & Cie e pelo jornal Financial Times, publicou recentemente o álbum L’eau (TeNeues), uma obra que reúne as melhores fotografias dos finalistas." (in Arte Photographica)
post mais antigo sobre o Prix Pictet no Arte Photographica
link para a Shortlist 2008 do Prix Pictet
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
A primeira
World Press Photo of the Year: 1976
Françoise Demulder, France, Gamma.
Beirut, Lebanon, January 1976.
Palestinian refugees in the district La Quarantaine.
domingo, 19 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
sobre beijos
New York, New York 1945
by Alfred Eisenstaedt
" [...] por um instante breve o tempo largou os homens, deixou-os viver soltos, apenas assiste irónico, benévolo, aí estão, abraçam-se uns aos outros, conhecidos e desconhecidos, beijam-se homens e mulheres ao acaso, são esses os beijos melhores, os que não têm futuro."
(José Saramago, O Ano da Morte de Ricardo Reis)
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
If you happen to need an excuse to go to New York
American soldiers deal with the treacherous conditions of Omaha Beach,
Normandy, France, June 6, 1944
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
São Luiz
Gostei muito deste último anúncio ao São Luiz...
ABERTO PARA OBRAS
Entre Setembro e Janeiro a Sala Principal está fechada para manutenção, mas continuamos abertos para estas e outras obras.
Entre Setembro e Janeiro a Sala Principal está fechada para manutenção, mas continuamos abertos para estas e outras obras.
De toda a programação marquei esta como obrigatória:
24 OUT A 22 NOV
A SOLO NO JARDIM
DE INVERNO
SEXTA E SÁBADO ÀS 22HOO
Cinco prestigiados músicos
aceitam o desafio de, por duas
noites, apresentarem os seus
imaginários, a solo.
23 E 24 OUT
MÁRIO LAGINHA
EXCEPCIONALMENTE À QUINTA E SEXTA
31 OUT E 1 NOV
BERNARDO SASSETTI
7 E 8 NOV
J. P. SIMÕES
14 E 15 NOV
NANCY VIEIRA
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Estou além
Não consigo dominar
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P'ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
Mas porque é que eu recuso
Quem quer dar-me a mão
Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só
Quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P'ra outro lugar
Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar
Porque até aqui eu só
Estou bem
Aonde não estou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
Este estado de ansiedade
A pressa de chegar
P'ra não chegar tarde
Não sei de que é que eu fujo
Será desta solidão
Mas porque é que eu recuso
Quem quer dar-me a mão
Vou continuar a procurar a quem eu me quero dar
Porque até aqui eu só
Quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Porque eu só quero quem
Quem não conheci
Porque eu só quero quem
Quem eu nunca vi
Esta insatisfação
Não consigo compreender
Sempre esta sensação
Que estou a perder
Tenho pressa de sair
Quero sentir ao chegar
Vontade de partir
P'ra outro lugar
Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar
Porque até aqui eu só
Estou bem
Aonde não estou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
Porque eu só estou bem
Aonde eu não vou
Porque eu só estou bem
Aonde não estou
António Variações
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Hoje
Seminários das 9h às 18h....encontro às 8h30. Hoje, claro, não choveu. Jantar marcado para as 19h. Perante estes horários tiranos resolvi que tinha de passear na única hora livre do dia. Escusado será dizer que me perdi, um caminho (do hotel até ao restaurante) que era para demorar 5m, demorou 1h30... já sem esperança de chegar a tempo para jantar, às voltas em ruas desertas, definitivamente desesperada, pois mesmo que encontrasse algum flamengo simpático nunca conseguiria pronunciar o nome da rua para onde tinha de ir, lá encontrei um mapa minúsculo no fundo da minha mala, com as quatro ou cinco ruas indispensáveis à minha estadia cá... e quando finalmente encontrei uma senhora belga consegui perceber que estava fora do meu mapa, depois de andar mais meia hora (já tinha percebido que me tinha perdido há uns bons 40m) lá cheguei ao impronunciável destino... pelo caminho não resisti e fui disparando a digital.
A foto de ontem...
sábado, 4 de outubro de 2008
When I least expected... Lomo Home of the Day

Podem ver a casinha premiada em http://www.lomohomes.com/nimbostratus :)
Nesta ocasião deixo também aqui o link para o novo site da lomo onde tenho andado a guardar as mais recentes fotos analógicas... http://beta.lomography.com/homes/nimbostratus
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Merci Anne-Laure

In Katrina's Wake: Portraits of Loss from an Unnatural Disaster
This series, photographed in New Orleans in November and December of 2005, portrays the cost of Hurricane Katrina on a personal scale. Although the subjects are quite different from those in my earlier Intolerable Beauty series, this project is motivated by the same concerns about our runaway consumerism.
There is evidence to suggest that Katrina was not an entirely natural event like an earthquake or tsunami. The 2005 hurricane season's extraordinary severity can be linked to global warming, which America contributes to in disproportionate measure through our extravagant consumer and industrial practices. Never before have the cumulative effects of our consumerism become so powerfully focused into a visible form, like the sun's rays narrowed through a magnifying glass. Almost 300,000 Americans lost everything they owned in the Katrina disaster. The question in my mind is whether we are all responsible in some degree.
The hurricane’s damage has been further amplified by other human causes, including failures of preparedness and response on many levels; existing poverty conditions; levee problems that were mired in political maneuverings; poor environmental and wetlands practices that left some areas more vulnerable; and the conspicuous absence of federal resources that were already being used in the Bush Administration’s wars in Iraq and Afghanistan.
From that perspective, my hope is that these images might encourage some reflection on the part that we each play, and the loss that we all suffer, when a preventable catastrophe of this magnitude happens to the people of our own country. Katrina has illuminated our interconnectedness, and it makes our personal accountability as members of a conscious society ever more difficult to deny.
Chris Jordan
domingo, 14 de setembro de 2008
Sobre cadernos
Um post sobre cadernos, o critério é simples, estes têm de ser suficientemente pequenos e maleáveis para caberem dentro do bolso das calças ou do casaco de inverno. Achei piada, gostei de ver por ali perdida uma marca portuguesa.... e porque ainda não me habituei a escrever sempre no PC, porque as minhas malas são sempre enormes e no meio de todas as coisas "essenciais" que arrasto comigo para todo o lado também costuma estar um caderno, comecei a ver se algumas das marcas se encontravam em Portugal. De repente dei comigo a passar de blog em blog, onde as virtudes dos mais variados cadernos são exaltadas até ao absurdo, há quem vá de propósito a Paris abastecer-se deste bem essencial, só use uma marca de cadernos combinada com uma marca canetas... enfim, parvoíces que de blog para blog têm em comum o profundo desprezo pelos moleskines (vai-se lá saber porquê?! provavelmente porque não é preciso ir a Paris para os comprar...). Das coisas mais extraordinárias que descobri foi a obsessão pela qualidade do papel dos ditos (andam por aí milhões de cadernos que não servem para escrever, quem diria!). Que seja preciso um tipo de papel específico para desenhar ainda acredito, para as longínquas aulas de desenho ainda me lembro de ir carregada com a pasta A3 onde guardava o famoso bloco de papel Cavalinho... folhas grossas e enormes capazes de resistir aos borrões de aguarelas ou guaches que teriam certamente trucidado qualquer outro tipo de papel... como nunca tive muito jeito para desenhar não faço ideia de quais são as tendências actuais relativamente aos cadernos destinados a esta arte. Agora, escrever?! No dia que descobrirem cadernos destinados a transformar o comum dos mortais num autor intemporal avisem-me, pode ser que a marca também venda cadernos próprios para a elaboração de teses de Mestrado excepcionais.
domingo, 7 de setembro de 2008
Ele marcou a proscrita imagem dela, traçou um mapa com um pé de pesadelo em veneno e enquadrou contra o vento, impressão do polegar dela que se dobrava na mão como uma sombra urdida, interrogação do eco familiar: qual é o meu génesis, a fonte de granito que se extingue onde a primeira chama é lançada no mundo esculpido, ou a fogueira crinífera como um leão o limiar do último claustro? Então uma voz naquele anoitecer viajou pela luz e pelas vagas da água, uma feição tomou os humores volúveis, do sítio onde a cantáride do mar verde dourado tinge a pista do polvo um veneno rastejou pela espuma, e dos quatro cantos do mapa um querubim numa configuração de ilha bafeou as nuvens para o mar.
(Dylan Thomas, do conto Em Direcção ao Princípio)
sábado, 6 de setembro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Foi aqui :)
Quando estávamos à procura de informações sobre este local deparámo-nos com dois testemunhos opostos... num a Aldeia do Mato é descrita como um sítio mal aproveitado, uma desilusão para o turismo, basicamente um local onde não se passa nada... No outro, o responsável pela concessionária que explora o espaço afirma que, para além das actividades náuticas e os passeios de bicicleta, é possível encontrar de tudo nas redondezas, é só preciso perguntar.
Este é um sítio para parar e respirar... este é o sítio para descansar... não há rede de telemóvel, não se apanha internet... acorda-se e apetece ficar à janela, dar um mergulho, ficar a dormir ao sol.
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Holga, Elevador de Santa Justa (Lisboa), Outubro 2008





















