quarta-feira, 30 de julho de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
Farta deste verão, onde as férias são substituídas pelo trabalho de investigação e leituras para a tese... a poucos dias de fazer anos... irritada por metade das bandas que ia ver a Paredes terem cancelado... à beira de um ataque de nervos... desanuviar para a feira do Príncipe Real foi a melhor ideia que tive esta semana.
As mesas cheias de velharias (vendidas sempre a preços de antiguidades) são as minhas preferidas. O que me chateia é a maior parte dos vendedores serem donos de lojas de antiguidades, sendo impossível encontrar uma pechincha, além de ter sempre a sensação que, no que respeita ao preço, sou sempre levada à certa. Não são muitas, mas encontro sempre alguma coisa linda para a qual não tenho dinheiro. Desta vez vi a máquina dos meus sonhos, uma Rolleiflex impecável- pela módica quantia de 150 euros.... ficou por lá. Como me fartei de namorar todas as máquinas que vi, trouxe a mais barata que encontrei, uma Agfa Clack... nada que se compare à Agfa encontrada em Berlim, mas esta usa rolos de 120 e é tão leve e tem um ar tão básico que não resisti... Acho que vai ao festival comigo, vamos ver como se comporta.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Pátio Dom Fradique
Holga, Lisboa (Pátio Dom Fradique), Outubro 2007
Um dos meus lugares preferidos em Lisboa e se tiver de explicar porquê, nem sei bei o que dizer... foi palco do filme de Wim Wenders "Lisbon Story" e na altura parecia-me que os Madredeus a ensaiarem no andar de baixo, naquele bairro, naquele pátio, tinha tudo a ver com aquele lugar. Quando vou ao castelo, escolho sempre aquele caminho, com vontade de o ver menos destruído, mais vivido... mas a reabilitação, a vir, tornará aquela zona interdita... será necessariamente um espaço reconstruído por privados e para privados (com dinheiro)... Sei porque gosto deste lugar, deste pátio escondido... é de recantos que são feitas as minhas cidades preferidas.
Este post vem a propósito da próxima sessão do Cinelençol organizado pelo Mal, que esta sexta-feira pelas 22h, trará o cinema ao pátio Dom Fradique.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
domingo, 6 de julho de 2008
Casa em Iporanga de Arthur Casas




“The Atlantic forest in my opinion comes before the sea, the beaches, the bikinis, football and carnival, it’s the great Brazilian landscape!” - Arthur Casas
sábado, 5 de julho de 2008
God is a DJ
Finalmente fui a uma das sessões do CineLençol organizadas pelo MAL (definitivamente a não perder). Aproveitei para rever a versão original do Funny Games no jardim/miradouro da Alameda... Acabei por ser surpreendida pelas duas curtas que iniciaram a sessão... os rapazes do MAL disseram-me que estavam disponíveis no youtube... aqui fica uma delas :)
domingo, 29 de junho de 2008
Comprei um agrafador (quase perfeito), é uma das coisas que faço quando não consigo estudar: compro coisas para organizar os meus apontamentos, as minhas impressões, os gatafunhos que colecciono obsessivamente... pastas, post-its, marcadores, cadernos... Agora, depois de ter agrafado um número obsceno de artigos, vou estudar.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
The Times revisitado
O Times estava lá quando Maria Antonieta foi morta
O diário britânico pôs online os seus arquivos desde 1785
l É como estar à beira de um precipício com uma sensação mista de vertigem e excitação. À nossa frente, graças a um punhado de clics, revelam-se 200 anos de história. Não a história recontada, reescrita, mas aquela que foi impressa no momento em que era realidade. O jornal britânico The Times, fundado em 1785 por John Walter, permite desde 13 de Junho esta embriaguez ao tornar acessível, gratuitamente, a consulta dos seus arquivos desde o seu nascimento, em 1985.Edição de 23 de Outubro 1793: "Execução da rainha de França." "A execução [de Maria Antonieta] realizou-se às 11h30 da manhã. Todas as forças armadas estavam em pé de guerra, do palácio da Justiça à praça da Revolução [...] Depois da execução, três jovens molharam os lenços no seu sangue. Foram imediatamente presos." A edição de 22 de Junho de 1815 revela detalhes sobre Waterloo, onde Napoleão foi derrotado quatro dias antes. Um artigo começa assim a 1 de Outubro de 1888: "Ontem, nas primeiras horas da manhã, ocorreram mais dois assassinatos no East End de Londres, sendo que as duas vítimas pertenciam à mesma classe social. A polícia não tem dúvidas. Estes terríveis crimes foram cometidos pelas mesmas mãos diabólicas que tornaram Whitechapel tão dolorosamente célebre." Jack, o estripador, tinha atacado de novo. A prisão de Óscar Wilde, a catástrofe do Titanic, o crash da bolsa de 1929, o desembarque na Normandia, a condenação a prisão perpétua de Nelson Mandela... Da revolução francesa à Guerra das Malvinas, passando pela guerra civil americana e as duas guerras mundiais, todas as páginas do jornal foram digitalizadas e apresentadas sobre o formato de fac-símile.Graças a um programa de reconhecimento de caracteres, o internauta até tem a possibilidade de fazer uma busca dentro dos textos por palavra-chave. Os números que saíram a partir de 1985 serão acrescentados a este arquivo até ao fim do ano, bem como todas as páginas do Sunday Times depois de 1822. Ao revisitar o passado, o diário fez algumas descobertas inesperadas, como uma carta escrita ao jornal em 1938 por Ian Fleming (o criador de James Bond). Apesar da quantidade de informação, existem algumas lacunas na longa história do The Times, propriedade do magnata dos media Rupert Murdoch desde 1981. Cinquenta semanas de greve impediram a sua saída para as bancas entre 1 de Dezembro de 1987 e 12 de Novembro de 1989. O jornal "pede desculpa se estas datas coincidem com o seu aniversário ou um outro acontecimento sobre o qual tivesse interesse de ler".Para já tudo isto é gratuito, mas deverá ser sol de pouca dura. Em Novembro de 2007, um outro jornal britânico, o Guardian, pôs em linha os seus arquivos desde 1821 (até 1990) e os do Observer, o jornal de domingo mais antigo do mundo (foi para as bancas pela primeira vez em 1791)."É a primeira vez que um jornal nacional britânico disponibilizou os seus arquivos de papel na Internet", explicou na altura o Guardian. "Antes, a única maneira de explorar os arquivos dos jornais passava pela pesquisa das páginas impressas, guardadas em microfilmes."Durante um mês os arquivos do Guardian estiveram disponíveis gratuitamente mas agora é preciso pagar para ver a um preço proporcional à antiguidade dos jornais.
Frédérique Rousell
Exclusivo PÚBLICO/Libération
quinta-feira, 26 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
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