sábado, 9 de setembro de 2006
terça-feira, 5 de setembro de 2006
A propósito de uma discussão sobre arte
http://fliipices.blogspot.com/
"Like the old ideal of God, the abstraction itself in its nakedness is never directly apprehensible to us. As in the case of God, we can know its manifestations only through works, which, while never completely revealing the total abstraction in the round, symbolize it by the manifestation of different faces of itself in works of art. Therefore, to feel beauty is to participate in the abstraction through a particular agency. In a sense, this is a reflection of the infiniteness of reality. For should we know the appearance of the abstraction itself, we would constantly reproduce only its image. As it is, we have the exhibition of the infinite variety of its inexhaustible facets, for which we should be grateful."
The Artist's reality - Philosophies of Art, Mark Rothko
E não, não acho que tudo possa ser considerado arte - excesso de relativismo leva ao esvaziamento do conceito; mas é um bom assunto para discutirmos um dia :)
"Like the old ideal of God, the abstraction itself in its nakedness is never directly apprehensible to us. As in the case of God, we can know its manifestations only through works, which, while never completely revealing the total abstraction in the round, symbolize it by the manifestation of different faces of itself in works of art. Therefore, to feel beauty is to participate in the abstraction through a particular agency. In a sense, this is a reflection of the infiniteness of reality. For should we know the appearance of the abstraction itself, we would constantly reproduce only its image. As it is, we have the exhibition of the infinite variety of its inexhaustible facets, for which we should be grateful."
The Artist's reality - Philosophies of Art, Mark Rothko
E não, não acho que tudo possa ser considerado arte - excesso de relativismo leva ao esvaziamento do conceito; mas é um bom assunto para discutirmos um dia :)
At home
Drawing pictures
Of mountain tops
With him on top
Lemon yellow sun
Arms raised in a V
Dead lay in pools of maroon below
Daddy didn't give attention
To the fact that mommy didn't care
King Jeremy the wicked
Ruled his world
Jeremy spoke in class today
Jeremy spoke in class today
Clearly I remember
Pickin' on the boy
Seemed a harmless little fuck
But we unleashed a lion
Gnashed his teeth
And bit the recessed lady's breast
How could i forget
He hit me with a surprise left
My jaw left hurtin
Dropped wide open
Just like the day
Like the day i heard
Daddy didn't give affection
And the boy was something mommy wouldn't wear
King jeremy the wicked
Ruled his world
Jeremy spoke in class today
Jeremy spoke in class today
Try to forget this...
Try to erase this...
From the blackboard.
(Pearl Jam, Jeremy)
(Grande concerto, grande companhia, grande discurso em português "por volta de 1800 um barco português chegou ao Hawaii...")
Drawing pictures
Of mountain tops
With him on top
Lemon yellow sun
Arms raised in a V
Dead lay in pools of maroon below
Daddy didn't give attention
To the fact that mommy didn't care
King Jeremy the wicked
Ruled his world
Jeremy spoke in class today
Jeremy spoke in class today
Clearly I remember
Pickin' on the boy
Seemed a harmless little fuck
But we unleashed a lion
Gnashed his teeth
And bit the recessed lady's breast
How could i forget
He hit me with a surprise left
My jaw left hurtin
Dropped wide open
Just like the day
Like the day i heard
Daddy didn't give affection
And the boy was something mommy wouldn't wear
King jeremy the wicked
Ruled his world
Jeremy spoke in class today
Jeremy spoke in class today
Try to forget this...
Try to erase this...
From the blackboard.
(Pearl Jam, Jeremy)
(Grande concerto, grande companhia, grande discurso em português "por volta de 1800 um barco português chegou ao Hawaii...")
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
terça-feira, 29 de agosto de 2006
domingo, 20 de agosto de 2006
Paredes de Coura 2006

Chuva, muita chuva a regar um festival onde os impermeáveis começam a ser o traje oficial de todos os resistentes E música daquela que se entranha e faz esquecer o frio, a lama e a água a chegar aos ossos e nos transporta para aquele universo onde não importa se de um lado tenho alguém de trinta e muitos que sabe as letras de Bauhaus de cor e do outro um grupo de putos rockabillies que teimam em afirmar que há modas que nunca morrem- e eu no meio, simplesmente feliz por estar ali.
Gangs of four partiram um micro-ondas com um taco de baseball , Karen O entrou de impermeável (fashion como sempre) e transpirou sexualidade, Block Party mostrou que é possível impressionar com a simplicidade de quem está genuinamente feliz de estar ali, !!! fizeram a festa e ditaram o ritmo e Bauhaus montaram um teatro gótico em que a chuva (incessante) parecia apenas mais um adereço.
Todos eles mostraram o que é que são grandes concertos (com boa música, feita não para entreter, mas para transcender); todos eles me convenceram que valia a pena estar ali: debaixo de chuva, com uma tenda que mais parecia um lago, a dormir no carro, a tomar banhos gelados, a comprar impermeáveis e camisolas – sem queixas, como se tudo isto não fossem contrariedades, mas apenas parte do cenário de um festival memorável.
quarta-feira, 9 de agosto de 2006

"I woke up as the sun was reddening; and that was the one distinct time in my life, the strangest moment of all, when I didn't know who I was- I was far away from home, haunted and tired with travel, in a cheap hotel room I'd never seen, hearing the hiss of steam outside and the creak of the old wood of the hotel, and footsteps upstairs, and all the sad sounds, and I looked at the cracked high ceiling and really didn't know who I was for about fifteen strange seconds."
"And for just a moment I had reached the point of ecstasy I had always wanted to reach, which was the complete step across chronological time into timeless shadows, and wonderment in the bleakness of the mortal realm, and the sensation of death kicking at my heels to move one, with a phantom dogging its own heels, and myself hurrying to a plank where all the angels dove off and flew into the holy void of uncreated emptiness, the potent and inconceivable radiances shining in bright Mind Essence, innumerable lotus-lands falling open in the magic mothswarm of heaven."
quinta-feira, 3 de agosto de 2006
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
sexta-feira, 28 de julho de 2006
Toda a vida se espantara com essa faculdade que as ideias têm de se aglomerarem friamente como cristais, formando estranhas figuras vãs; ou crescerem como tumores devorando a carne que os concebeu; ou assumirem monstruosamente certos contornos da pessoa humana, à maneira dessas massas inertes que algumas mulheres dão à luz e que, em suma, não são mais do que um sonho da matéria. Uma boa parte dos produtos do espírito não passava também de disformes sombras lunares. Outras noções, mais claras e nítidas, como que fabricadas por um mestre artesão, eram, porém, como aqueles objectos que, à distância, iludem; imensamente admiráveis eram os seus ângulos e arestas; e todavia não passavam de grades onde o entendimento a si mesmo se aprisiona, abstractas ferragens que a ferrugem da falsidade não tardaria a carcomir.
Marguerite Yourcenar, A Obra ao Negro
Marguerite Yourcenar, A Obra ao Negro
quarta-feira, 26 de julho de 2006
quarta-feira, 19 de julho de 2006
The Killers - Mr Brightside
porque esta letra me arrepia desde a primeira vez que a ouvi.... vale a pena ler e ainda mais ouvir....
I'm coming out of my cage
And I’ve been doing just fine
Gotta gotta gotta be down
Because I want it all
It started out with a kiss
How did it end up like this
It was only a kiss, it was only a kiss
Now I’m falling asleep
And she’s calling a cab
While he’s having a smoke
And she’s taking a drag
Now they’re going to bed
And my stomach is sick
And it’s all in my head
But she’s touching his—chest
Now, he takes off her dress
Now, let me go
I just can’t look its killing me
And taking control
Jealousy, turning saints into the sea
Swimming through sick lullabies
Choking on your alibis
But it’s just the price I pay
Destiny is calling me
Open up my eager eyes
‘Cause I’m Mr Brightside
I'm coming out of my cage
And I’ve been doing just fine
Gotta gotta gotta be down
Because I want it all
It started out with a kiss
How did it end up like this
It was only a kiss, it was only a kiss
Now I’m falling asleep
And she’s calling a cab
While he’s having a smoke
And she’s taking a drag
Now they’re going to bed
And my stomach is sick
And it’s all in my head
But she’s touching his—chest
Now, he takes off her dress
Now, let me go
I just can’t look its killing me
And taking control
Jealousy, turning saints into the sea
Swimming through sick lullabies
Choking on your alibis
But it’s just the price I pay
Destiny is calling me
Open up my eager eyes
‘Cause I’m Mr Brightside
futuro
Homem em Nova Delhi que ganha a vida a pesar pessoas
(foto de Fernando Correia de Oliveira)
porque anda muita gente com dúvidas mais ou menos existenciais sobre o que fazer no futuro (inclusive eu) esta foto fez-me sorrir... com criatividade quase tudo é possível, com engenho podemos fazer o que queremos ou até inventar uma nova profissão...
boa sorte para todos, que como eu, andam à procura de um novo caminho, agora que este, já tão familiar (o do estudo), está a chegar ao fim.
terça-feira, 18 de julho de 2006
Arte com forma matemática

"Nuvens não são esferas, montanhas não são cones, continentes não são círculos, um latido não é contínuo e nem o raio viaja em linha recta." - Benoit Mandelbrot
A Geometria Fractal pode ser utilizada para descrever diversos fenómenos na natureza, que não podem ser explicados através da geometria clássica (geometria euclidiana).
O termo fractal surgiu em 1975, com Benoît Mandelbrot, matemático francês nascido na Polónia, a partir do adjectivo latino fr
actus que significa fragmentado ou irregular.
Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear.
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!). Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?
Alexandre O'Neill, "Uma Coisa em Forma de Assim"
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal. Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!). Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência, da excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?
Alexandre O'Neill, "Uma Coisa em Forma de Assim"
segunda-feira, 17 de julho de 2006
Wicker Park

I've been watching your world from afar,
I've been trying to be where you are,
And I've been secretly falling apart,
I'll see.
To me, you're strange and you're beautiful,
You'd be so perfect with me but you just can't see,
You turn every head but you don't see me.
I'll put a spell on you,
You'll fall asleep and I'll put a spell on you.
And when I wake you,
I'll be the first thing you see, lyricstop
And you'll realise that you love me.
Yeah...
Yeah...
Sometimes, the last thing you want comes in first,
Sometimes, the frist thing you want never comes,
And I know, the waiting is all you can do,
Sometimes...
I'll put a spell on you,
You'll fall asleep, I'll put a spell on you,
And when I wake you,
I'll be the first thing you see,
And you'll realise that you love me.
I'll put a spell on you,
You'll fall asleep 'cos I'll put a spell on you,
And when I wake you,
I'll be the first thing you see,
And you'll realise that you love me, yeah...
yeah...
yeah...
yeah...
yeah...
(Aqualung, Strange and Beautiful)
Fim-de-semana
Conversas demoradas, numa pequena ilha só nossa....onde a fronteira passa pelo som, diferente de todo o histerismo em volta.... personagens que fazem acordar o que de pior há em nós (que não é tão mau como isso), sorrisos travessos na cumplicidade - quando se vê o que parece que mais ninguém vê... e a imperial, sempre a imperial... iniciando até a que não gostava; e no final, sem fotos, fica o reconforto das memórias, talvez um pouco turvas, mas perfeitas, na sensação de que são dias assim que quero sempre recordar.
(beijinhos a todos os que estiveram comigo neste fim-de-semana)
(beijinhos a todos os que estiveram comigo neste fim-de-semana)
segunda-feira, 10 de julho de 2006
sábado, 1 de julho de 2006
sexta-feira, 30 de junho de 2006
quinta-feira, 29 de junho de 2006
noite mágica
Clássicos do Cinema no âmbito do Festival Rota dos MonumentosA orquestra dos solistas de Lisboa dirigida por Luis Bacalov interpretou música de filmes como: E Tudo o Vento Levou, Casablanca, Les Parapluies de Cherbourg, O Padrinho II, Lawrence da Arábia, O Carteiro de Pablo Neruda. Neste concerto, que incluiu projecções dos filmes, Catherine Deneuve fez pequenas apresentações dos compositores em questão e uma homenagem a Luis Bacalov, também ele compositor de música para filmes e galardoado pela Academia de Hollywood pela banda sonora de O Carteiro de Pablo Neruda.
Bandas sonoras de filmes inesquecíveis... num dos sítios mais bonitos de Lisboa
(obrigada Bernardo)
domingo, 25 de junho de 2006
Just keep on walking... the soundtrack keeps on changing, without warning, and trough streets that remind me why I love walking alone, I see your reflection on every window... not quickly enough to know that is you... just this weird feeling... keep on going, no time to stop.... keep on going, no time to think.... but I can’t do anything about the pictures that come knocking on my mind....put the music louder, trying to suffocate desperate thoughts… Alone on a train aimless in wonder; An outdated map crumbled in my pocket; But I didn't care where I was going; 'Cause they're all different names for the same place.... suddenly a nice shot, pick up the camera, secret smile, if I could do just this all my life. The music changed, so did I... still, can’t stop... there are allways things to keep on runing from. quarta-feira, 21 de junho de 2006
Quem quer ir comigo? :)
Entre os dias 3 e 12
Jazz regressa em Agosto à Gulbelkian "sob o signo de Coltrane"
19.06.2006 - 20h16 Lusa
O jazz regressa em Agosto ao jardim da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, com uma semana de concertos "sob o signo de Coltrane" e "forte preponderância" dos Estados Unidos, anunciou o director artístico do festival, Rui Neves.
No cartaz do "Jazz em Agosto 2006" figuram, entre outros, o sexteto de Anthony Braxton, The Cláudia Quintet, Rova Orkestrova Electric Ascension, Craig Taborn's Junk Music, Corkestra, Nels Cline e Evan Parker.
Trata-se de "um leque abrangente do mundo contemporâneo do jazz", desde o "neo free" e o "electrojazz" ao "jazz de câmara" e ao chamado "noise", diz Rui Neves.
O programa, que decorrerá de 3 e 12 de Agosto, inclui uma palestra de Evan Parker sobre Coltrane, uma das figuras míticas do jazz moderno, falecido em 1967 com apenas 41 anos, e a exibição de um filme com Coltrane, Miles Davis e Gil Evan, cedido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
O "Jazz em Agosto" da Gulbenkian começou em 1984 e desde então já acolheu cerca de 180 concertos, a maioria deles no anfiteatro ao ar livre dos jardins da Fundação, com 900 lugares.Segundo os organizadores, nos últimos anos, o festival "ganhou projecção internacional" e é hoje citado nas "melhores publicações do jazz actual".
(Fonte: Público on-line)
Jazz regressa em Agosto à Gulbelkian "sob o signo de Coltrane"
19.06.2006 - 20h16 Lusa
O jazz regressa em Agosto ao jardim da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, com uma semana de concertos "sob o signo de Coltrane" e "forte preponderância" dos Estados Unidos, anunciou o director artístico do festival, Rui Neves.
No cartaz do "Jazz em Agosto 2006" figuram, entre outros, o sexteto de Anthony Braxton, The Cláudia Quintet, Rova Orkestrova Electric Ascension, Craig Taborn's Junk Music, Corkestra, Nels Cline e Evan Parker.
Trata-se de "um leque abrangente do mundo contemporâneo do jazz", desde o "neo free" e o "electrojazz" ao "jazz de câmara" e ao chamado "noise", diz Rui Neves.
O programa, que decorrerá de 3 e 12 de Agosto, inclui uma palestra de Evan Parker sobre Coltrane, uma das figuras míticas do jazz moderno, falecido em 1967 com apenas 41 anos, e a exibição de um filme com Coltrane, Miles Davis e Gil Evan, cedido pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
O "Jazz em Agosto" da Gulbenkian começou em 1984 e desde então já acolheu cerca de 180 concertos, a maioria deles no anfiteatro ao ar livre dos jardins da Fundação, com 900 lugares.Segundo os organizadores, nos últimos anos, o festival "ganhou projecção internacional" e é hoje citado nas "melhores publicações do jazz actual".
(Fonte: Público on-line)
A rever a Europa com o maninho
"We hope to see a Europe where men of every country will think as much of being a European as of belonging to their native land, and that without losing any of their love and loyalty of their birthplace. We hope wherever they go in this wide domain, to which we set no limits in the European Continent, they will truly feel 'Here I am at home. I am a citizen of this country too.'"
—Winston Churchill in Amsterdam, Dam Square, 9 May 1948
—Winston Churchill in Amsterdam, Dam Square, 9 May 1948
terça-feira, 20 de junho de 2006
segunda-feira, 19 de junho de 2006
Não podia vir mais a propósito, estou a meio da minha época de exames e a frase do dia no Público online é esta:
"O problema português é que de pouco nos vale o copianço. Nem sequer somos competentes a copiar...Os resultados escolares são maus."
António José Teixeira, "Diário de Notícias", 18-06-06
Sorri, alguém chegou lá!
"O problema português é que de pouco nos vale o copianço. Nem sequer somos competentes a copiar...Os resultados escolares são maus."
António José Teixeira, "Diário de Notícias", 18-06-06
Sorri, alguém chegou lá!
salvar o mundo
Oiço desde sempre que o país está mal, que estamos na cauda da europa, que somos uma vergonha e que é preciso mudar! mas e a vontade de fazer? onde é que esta se esconde?
não quero pessoas a dizer que fazem o que mais ninguém quer fazer e que por isso não podem ser criticadas... quero entusiastas, optimistas, visionários, sonhadores! Quero pessoas com vontade de mudar o mundo!
Se andar por aí um escondido já sabe... este desabafo é para ele.
não quero pessoas a dizer que fazem o que mais ninguém quer fazer e que por isso não podem ser criticadas... quero entusiastas, optimistas, visionários, sonhadores! Quero pessoas com vontade de mudar o mundo!
Se andar por aí um escondido já sabe... este desabafo é para ele.
domingo, 18 de junho de 2006

Words mean everything you want them to mean, words are your thoughts, your dreams, your nightmares… emptiness is a word, even the lack of something must be expressed, or it just doesn’t exist.
And then, there are all these words going a thousand miles an hour through my mind..... some are mine, but almost all belong to someone else... all the worries, the problems, all the anguish… everything you ever felt is a random mix of letters, that you decided to give some meaning.
That’s why I like silence…but then again, silence is also a word, isn’t it?
sábado, 17 de junho de 2006
quarta-feira, 7 de junho de 2006
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