
domingo, 26 de novembro de 2006
Gilgamesh
“Que há entre o senhor e o servo quando ambos chegaram ao seu fim? Os Anunnaki, os juízes, vêm juntos, e com Mammetun, a mãe dos destinos, decretam os destinos dos homens. A vida e a morte distribuem, mas o dia da morte não revelam.”
O mito de Gilgamesh, versão de Pedro Tamen do texto inglês de N.K. Sandars
O mito de Gilgamesh, versão de Pedro Tamen do texto inglês de N.K. Sandars
sábado, 25 de novembro de 2006
quarta-feira, 8 de novembro de 2006
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
domingo, 5 de novembro de 2006
Olbermann commentary on White House campaign tactics
On MSNBC's Countdown, Keith Olbermann remarks in his trademark "Special Comment" on the absurdity of the Bush administration's attacks on Sen. John Kerry, under fire for remarks construed by Republicans as an insult to American troops.
Olbermann recalls the violent 1856 caning by Rep. Preston Brooks of South Carolina of the vociferous, anti-slavery Sen. Charles Sumner of Massachusetts, which disabled the senator for three years and was one of the memorable events leading up to the Civil War. In support, Brooks' constituents sent him new canes. Drawing a parallel, Olbermann remarks, "We almost wonder to whom President Bush will send the next 'new cane.'"
sábado, 4 de novembro de 2006
sábado, 21 de outubro de 2006
Thinking about two very good friends, that always make me feel at home...
...and everyone that was in Valencia, and everyone that should have been.
...the soundtrack of endless car trips, mandatory to sing along.
So there was this woman and she was on an airplane and she's flying to meet her fiancé sailing high above the largest ocean on planet earth and she was seated next to this man who you know she had tried to start a conversation but really the only thing she heard him say was to order his bloody maryand she's sitting there and she's reading this really arduous magazine article about this third world country that she couldn't even pronounce the name of and she's feeling very bored and very despondentand then uh suddenly there's this huge mechanical failure and one of the engines gave out and they started just falling thirty thousand feet and the pilots on the microphone and he's saying, "I'm sorry, I'm sorry, Oh My God, I'm Sorry" and apologizing and she looks at the man and she says,"where are we going" and he looks at her and he says, "We're going to a party, it's a birthday party. It's your birthday party, happy birthday darling. We love you very, very, very, very, very, very, very much."and then he starts humming this little tune and it kind of goes like this: One, Two, One, Two, Three, Four We must talk in every telephone, get eaten off the web We must rip out all the epilogues from the books we have read And to the face of every criminal strapped firmly in a chair We must stare, we must stare, we must stare We must take all of the medicines too expensive now to sell Set fire to the preacher who is promising us hell And in the ear of every anarchist that sleeps but doesn't dream We must sing, we must sing, we must sing And it'll go like this While my mother waters plants my father loads his gun. He says, "Death will give us back to God, just like the setting sun is returned to the lonesome ocean." And then they splashed into the deep blue sea It was a wonderful splash We must blend into the choir, sing as static with the whole We must memorize nine numbers and deny we have a soul And to this endless race for property and privilege to be won We must run, we must run, we must run We must hang up in the belfry where the bats in moonlight laugh We must stare into a crystal ball and only see the past And in the caverns of tomorrow with our flashlights and our love We must plunge, we must plunge, we must plunge And then we'll get down there, way down to the very bottom of everything and then we'll see it, we'll see it, we'll see it Oh my morning's coming back The whole worlds waking up Oh the city bus is swimming past I'm happy just because I found out I am really no one
Lyrics from Bright Eyes: At the bottom of everything
sexta-feira, 20 de outubro de 2006
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
Prémio Nobel da Paz 2006

Muhammad Yunus
Criou e desenvolveu o conceito de microcrédito, ajudando a combater o problema da pobreza no Bangladesh (o seu conceito acabou por ser exportado para outras partes do mundo).
Só não compreendo porque ganhou o Nobel da Paz e não o da Economia, já que a sua actuacção é no plano puramente económico: mostra que existem soluções economicamente viáveis e socialmente sustentáveis que permitem uma maior inclusão social - o banco que criou (Banco Graneen) tem uma taxa de 95% de reembolso dos empréstimos que concede, apesar dos seus "clientes" viverem, na sua maior parte, abaixo do limiar da pobreza.
Alternativas como esta mostram que o modelo capitalista não é a melhor das soluções possíveis - existem modelos económicos funcionais e socialmente mais justos, que, ao contrário do que muitos afirmam, não se resumem a simples demagogia.
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
A propósito de discussões sobre amores à primeira vista... ;)
"Imagination is inflamed by women who lack, precisely, imagination. They have the brightest aureoles who, turned unwaveringly outward, are wholly matter-of-fact. Their attraction stems from their lack of awareness of themselves, indeed of a self at all: Oscar Wilde coined the name unenigmatic Sphinxes for them. "
Theodor Adorno, Minima Moralia, Princess Lizard
Archive
Lights (Keeler/Griffiths/Berrier) It hurts to feel
It hurts to hear
It hurts to hear
It hurts to face it
It hurts to hide
It hurts to touch
It hurts to wake up
It hurts to remember
It hurts to hold on
Turn my head...
The hurt's relentless
The hurt of emptiness
The hurt of wanting
The hurt of going on
The hurt of missing
The hurt is killing me
Turn my head...
off
forever
Turn it off
forever
off forever
turn it off forever
ever blind
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
sábado, 30 de setembro de 2006
Questão jurídica - King Card
Artigo 406º do Código Civil
Eficácia dos contratos
1.O contrato deve ser pontualmente cumprido, e só pode modificar-se ou extinguir-se por mútuo consentimento dos contraentes ou nos casos admitidos na lei.
Isto é senso comum, isto é algo que qualquer aluno do 2º ano de Direito sabe de cor e no entanto...
Comecei por ouvir, numa conversa de amigos, que o King Card (cartão que possibilita o acesso às salas de cinema dos cinemas Medeia e Millenium , mediante uma prestação mensal ou anual) ia deixar de ser aceite nas salas do grupo Medeia. Achei que os meus amigos tinham percebido mal, não é possível alterar um contrato de um momento para o outro – afinal era apenas a minha veia de aluna finalista de Direito a falar mais alto.
Fui à página online do Grupo Medeia e nem quis acreditar, a notícia do lançamento de um novo cartão do mesmo género (mas desta vez apenas para as salas de cinema deste grupo) é dada com a maior naturalidade e até se lembram dos actuais clientes do King Card: estes, se quiserem aderir (agora que o antigo se tornou obsoleto) não têm de pagar os 5 euros do custo do cartão! É no mínimo simpático da parte deles, já que aqueles que como eu pagaram a anuidade do King Card se vêm, de um momento para o outro, privados de metade das salas de cinema que dispunham, no momento da celebração do contrato.
Ainda mais interessante é a notícia dada na página do Cinecartaz (Público online):
Primeiro, tem como título: “Medeia Card: Para os que não gostam de cinema com pipocas” – não sei se era eu que já estava irritada com o assunto, mas achei este título completamente idiota. Não sei quem escreveu esta notícia, mas achar que o que está em causa é separar o trigo do joio – os cinéfilos a sério, pseudo- intelectuais que nunca na vida iriam pegar num pacote de pipocas, para não estragar aqueles maravilhosos filmes onde o silêncio de meia hora é dogma; dos outros, pobres coitados, que vão simplesmente ao cinema, e, às vezes, até gostam de comprar um pacote de pipocas – é não ter o mínimo de senso de dever de informação.
Segundo, depois deste início maravilhoso, lá se põe em causa a situação dos actuais clientes do King Card, parece que quem quiser pode trocar para este cartão, claro que assim a situação inverte-se e deixa de se ter acesso às salas do Millenium (mas o jornalista não tem a minha veia jurídica, a situação não gerou mais perguntas). Sobre este ponto é ainda interessante referir que a página do Grupo Medeia não faz qualquer menção a esta possibilidade.
Por fim: sei que isto não é um assunto de interesse nacional, ou algo pelo qual se deva perder o sono, no entanto, acho que são exemplos como este que mostram o quanto as mais básicas regras de Direito se afastam daquilo que de facto se passa na realidade portuguesa. Quando algo assim é anunciado publicamente, é divulgado pela comunicação social e mesmo assim ninguém aparece a dizer que isto é simplesmente proibido, pergunto-me se não andei a perder tempo nestes últimos cinco anos.
Gosto muito de cinema e sempre preferi ir a salas como as do King ou do Nimas (Grupo Medeia) pelos filmes que passam, e pela sensação que me davam de não estarem simplesmente condicionadas por aspectos económicos, mas por algo mais parecido com um dever de divulgação cultural. Infelizmente, neste momento, sinto que o protesto mais eficaz é o boicote – haverá outra solução?!
Links relacionados:
http://cinecartaz.publico.clix.pt/noticias.asp?id=159247
http://www.medeiafilmes.pt/noticias/noticias.htm
Eficácia dos contratos
1.O contrato deve ser pontualmente cumprido, e só pode modificar-se ou extinguir-se por mútuo consentimento dos contraentes ou nos casos admitidos na lei.
Isto é senso comum, isto é algo que qualquer aluno do 2º ano de Direito sabe de cor e no entanto...
Comecei por ouvir, numa conversa de amigos, que o King Card (cartão que possibilita o acesso às salas de cinema dos cinemas Medeia e Millenium , mediante uma prestação mensal ou anual) ia deixar de ser aceite nas salas do grupo Medeia. Achei que os meus amigos tinham percebido mal, não é possível alterar um contrato de um momento para o outro – afinal era apenas a minha veia de aluna finalista de Direito a falar mais alto.
Fui à página online do Grupo Medeia e nem quis acreditar, a notícia do lançamento de um novo cartão do mesmo género (mas desta vez apenas para as salas de cinema deste grupo) é dada com a maior naturalidade e até se lembram dos actuais clientes do King Card: estes, se quiserem aderir (agora que o antigo se tornou obsoleto) não têm de pagar os 5 euros do custo do cartão! É no mínimo simpático da parte deles, já que aqueles que como eu pagaram a anuidade do King Card se vêm, de um momento para o outro, privados de metade das salas de cinema que dispunham, no momento da celebração do contrato.
Ainda mais interessante é a notícia dada na página do Cinecartaz (Público online):
Primeiro, tem como título: “Medeia Card: Para os que não gostam de cinema com pipocas” – não sei se era eu que já estava irritada com o assunto, mas achei este título completamente idiota. Não sei quem escreveu esta notícia, mas achar que o que está em causa é separar o trigo do joio – os cinéfilos a sério, pseudo- intelectuais que nunca na vida iriam pegar num pacote de pipocas, para não estragar aqueles maravilhosos filmes onde o silêncio de meia hora é dogma; dos outros, pobres coitados, que vão simplesmente ao cinema, e, às vezes, até gostam de comprar um pacote de pipocas – é não ter o mínimo de senso de dever de informação.
Segundo, depois deste início maravilhoso, lá se põe em causa a situação dos actuais clientes do King Card, parece que quem quiser pode trocar para este cartão, claro que assim a situação inverte-se e deixa de se ter acesso às salas do Millenium (mas o jornalista não tem a minha veia jurídica, a situação não gerou mais perguntas). Sobre este ponto é ainda interessante referir que a página do Grupo Medeia não faz qualquer menção a esta possibilidade.
Por fim: sei que isto não é um assunto de interesse nacional, ou algo pelo qual se deva perder o sono, no entanto, acho que são exemplos como este que mostram o quanto as mais básicas regras de Direito se afastam daquilo que de facto se passa na realidade portuguesa. Quando algo assim é anunciado publicamente, é divulgado pela comunicação social e mesmo assim ninguém aparece a dizer que isto é simplesmente proibido, pergunto-me se não andei a perder tempo nestes últimos cinco anos.
Gosto muito de cinema e sempre preferi ir a salas como as do King ou do Nimas (Grupo Medeia) pelos filmes que passam, e pela sensação que me davam de não estarem simplesmente condicionadas por aspectos económicos, mas por algo mais parecido com um dever de divulgação cultural. Infelizmente, neste momento, sinto que o protesto mais eficaz é o boicote – haverá outra solução?!
Links relacionados:
http://cinecartaz.publico.clix.pt/noticias.asp?id=159247
http://www.medeiafilmes.pt/noticias/noticias.htm
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